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quinta-feira, 30 de março de 2017

“Se for comprovado o que descobrimos, o Brasil vai parar” diz procurador da Lava jato


Na Band, procurador da Lava Jato da sinais de que o pior está para acontecer. “Se for comprovado o que descobrimos, o Brasil vai parar” A sociedade não pode colocar suas expectativas de modo excessivo no Judiciário contra a corrupção. A declaração é do o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Deltan Dallagnol, ao divulgar o balanço dos três anos da investigação. Congresso precisa caminhar para reformas que atuem na repressão e responsabilização dos crimes. A exposição dos números nesses três anos de operação e a explicação dos coordenadores ganhou um tom de defesa da Lava Jato. “Basta uma noite no Congresso para derrubar a operação. Revelamos a extensão da #corrupção. As provas estão aí, para que todos nós possamos vê-las”, disse o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima. 

“Ao expor todas essas provas, chegamos a um momento que aqueles que estão sendo revelados estão tentando reagir”, disse Lima -que também faz aniversário hoje, junto com a operação. “Creio que estou nessa mesa só porque é meu aniversário”, brincou. Ele também criticou firmemente a movimentação nos bastidores do Congresso para resgatar a proposta de “Anistia do Caixa 2”. “Não existe essa discussão sem corrupção e lavagem de dinheiro. Esse discurso só interessa a quem cometeu os atos de lavagem. É um benefício da classe política para si mesmo, é inconstitucional e imoral.” Já Dallagnol defendeu restrições ao foro privilegiado. “O Supremo precisa instalar métodos para que seja restringido [o foro privilegiado]”.