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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Lojistas de Itabuna realizam protesto contra determinação da justiça de fechar o comércio


Lojistas de Itabuna realizam um protesto na Avenida do Cinquentenário, principal trecho comercial do município, contra o fechamento do comércio e a favor da retomada das atividades. A manifestação ocorre dois dias depois de uma da Justiça determinar o fechamento do comércio não essencial. Os lojistas usaram um microfone para falar sobre a situação que estão enfrentando com o comércio fechado. Havia também faixas no local. Uma delas dizia: “Precisamos trabalhar”. Segundo Carlos Leahy, presidente da Câmara de “Nós estamos querendo trabalhar. Acima de tudo, continuar trabalhando, gerando emprego e renda. Nós passamos já 120 dias com o comércio fechado de Itabuna, algo inédito. Acredito que poucas cidades no país tenham passado tanto tempo fechado quanto [em] Itabuna. Nós tivemos a oportunidade de retornar o trabalho. E, em menos de 15 dias, recebemos essa notícia péssima de termos que encerrar nossas atividades mais uma vez, fechar o comércio de Itabuna. Nós estamos aqui em forma de protesto. Estamos indignados com toda essa situação, porque o comércio gera emprego e benefícios para a comunidade. É um setor produtivo. Precisamos desse setor para continuar vivendo. As contas são pagas com os recursos que são gerados no comércio, com os empregos gerados no comércio. Nós precisamos continuar trabalhando”, disse. Ele ainda contou que foi criada uma grande expectativa após o anúncio de retomada. Por isso, vários lojistas investiram no comércio. “Criou-se uma expectativa muito grande no retorno. Houve um investimento por parte dos lojistas na reabertura das lojas”, pontuou. Ainda de acordo com Carlos, apesar da Justiça informar sobre o aumento dos casos, eles esperam provas que apontem que o aumento foi resultado da abertura do comércio da cidade. “Nós observamos as alegações, mas são alegações que precisam ser comprovadas. Porque, pelo que consta nesses 15 dias, não houve aumento no número de casos gerados especificamente pelo comércio. Pode ter sido por outra forma, mas não especificamente no comércio. Todos os lojistas estão seguindo protocolo rigoroso”, pontuou. *Com informações do G1