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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Vereador baiano se ‘fantasia’ da esposa para amamentar filho, e cena viraliza


O pequeno Vinicius, de apenas três meses, estava faminto e aguardava ansiosamente pelo seu rango. O único problema era que sua mãe estava fora de casa e o bebê, de paladar aguçado, só aceita mamar direto na fonte. Para contornar a situação, o papai Samoel Ferreira dos Santos, 39, que é vereador da cidade de Capim Grosso, no Centro-Norte da Bahia, adotou uma estratégia ousada e inovadora: “fantasiou-se” da esposa. O nenem mamou tudo e dormiu de bucho cheio. A cena do papai, com uma foto da mulher colada na testa, vestido de sutiã e com uma mamadeira estratégicamente posicionada em seu peito amamentando o bebê, foi postada nas redes sociais, onde viralizou e já conta com mais de sete milhões de vizualizações, além de milhares de compartilhamentos. Samoel Moto Táxi, como é conhecido, explica de onde tirou a solução engenhosa. “O bebezinho na verdade só mama e não aceita a mamadeira. Só que minha esposa precisou ir na igreja cantar em um casamento. Então, ela tirou um pouco de leite e colocou numa vasilha e disse que, caso ela demorasse, era para alimentar o menino. Então eu tentei dar o leite, mas ele não aceitou. Daí eu tive essa ideia louca para fazer ele acreditar que era a mamãe e deu certo”, narra o papai coruja.


Samoel, que se disse surpreso com a grande repercussão do caso, conta que não economiza esforços e criatividade na hora de cuidar de seus filhos. Com a outra filha, a menina isabele, de 6 anos, ele garante que cuida e brinca igual. “Sou apegado demais a meus filhos. Desde pequena eu brinco com ela, coloco em minhas costas, faço rodeio, ela me pinta e faz de gato e sapato, igual a uma boneca. E eu deixo mesmo a diversão tomar conta. Também ando de motocross com ela, mas sempre devagarinho, ‘nas manha’, para ser seguro”, relata.  Orgulhoso de ser um pai presente, o vereador que já está em seu segundo mandato defende a importância de estar colado com seus filhos. “É importante demais cuidar deles. O mundo é perigoso, e se o pai não estiver presente, outras pessoas irão ensinar para eles as coisas. E é melhor aprender em casa do que na rua, em qualquer circunstância”, defende. (Correio)